CATALOGAÇÃO NA FONTE

A Catalogação na fcatalogacaonafonte-3onte, também conhecida como Ficha catalográfica ou CIP (Cataloging in Publication = Catalogação na publicação) registra as características principais de uma obra e deve ser elaborada quando a obra está em fase de impressão.

A ficha catalográfica deve ser elaborada por um bibliotecário, conforme regras estabelecidas pelo Código de Catalogação Anglo-Americano – AACR2. Ela é obrigatória para efeito de depósito legal e recomendada pela ABNT, e deve ser transcrita no verso da página-de-rosto da obra.

A ficha catalográfica é importante, pois padroniza a catalogação em âmbito internacional, facilita o controle bibliográfico, auxilia bibliotecários, editores e livreiros, bem como reduz custos e tempo de trabalho, contribuindo na busca de informações sobre um livro. Além disso, a Lei brasileira nº 10.753, de 30 de outubro de 2003, no artigo 6º, institui a obrigatoriedade da catalogação na publicação.

O setor de Processamento Técnico confecciona fichas catalográficas gratuitamente para obras (impressas e recurso eletrônico) editadas pela EDUCS e publicações dos centros e coordenadorias da Universidade.

** As fichas de Dissertações e Teses são elaboradas por seus autores através do Gerador de Fichas Catalográficas

A solicitação da ficha catalográfica, para livros e periódicos editadas pela EDUCS, pode ser feita através do e-mail bice@ucs.br

As fichas serão devolvidas em formado PDF em até 3 dias úteis.

Mais informações entre em contato conosco (54) 3218.2173

Títulos equivalentes ou paralelos

AACR2 – Regra 1.1D

1.1D1. Registre títulos equivalentes na ordem indicada por sua sequência ou por seu leiaute na fonte principal de informação.

1.1D2. Ao elaborar uma descrição em segundo nível (veja 1.0 D2), registre o primeiro título equivalente. Registre qualquer título equivalente subsequente que estiver em português.

Ao elaborar uma descrição em segundo nível, quando se aplicarem as condições seguintes:

a) o título principal está em alfabeto não latino
b) o primeiro título equivalente registrado de acordo com as instruções do parágrafo anterior está em alfabeto não latino
c) nenhum título está em português

registre como segundo título equivalente aquele que estiver (nesta ordem de preferência) em português, inglês, francês, alemão, espanhol, latim ou em qualquer outra língua em alfabeto latino.

Ao elaborar uma descrição em terceiro nível (veja 1.0D3) transcreva todos os títulos equivalentes que apareçam na fonte principal de informação, de acordo com as instruções de 1.1B Título Principal.

Instruções sobre o preenchimento dos CAMPOS MARC para títulos equivalentes ou paralelos.

Exemplos:

1. Título principal = Título equivalente ou paralelo

245 10 $a Alemão básico = $b Deutsche sprachelehrre / $c
246 31 $a Deutsche sprachelehrre

2. Título principal = Um ou mais títulos equivalentes ou paralelos

245 00 $a Fotografia básica = $b The international annual of photography = Le répertoire international de la photographie / $c
246 31 $a The international annual of photography
246 31 $a Le répertoire international de la photographie

3. Título principal [DGM] = Título equivalente ou paralelo

245 10 $a Alemão básico $h [recurso eletrônico] = $b Deutsche sprachelehrre / $c

Fonte:
AACR2, MARC STANDARDS, DBD PUC Rio

Lançamento!

A autora Antônia Memória lançou a 6ª edição da obra Catalogação de Recursos Bibliográficos : AACR2R em MARC21

AACR2Trecho da introdução da obra:

“Comparar as regras do Anglo-American Cataloguing Rules, 2nd edition – AACR2 que permanecem com as que surgem sob os novos conceitos pelo Resource Description & Access – RDA – ou mesmo somente tomar conhecimento dessas mudanças – ultimamente é o assunto que ocupa não só o espaço falado como o escrito dos professores de catalogação, dos catalogadores e até dos estudantes de biblioteconomia, que se veem diante de um impasse, sem saber se vale a pena aprender as regras do AACR2, já que tão brevemente, “como anunciado”, deve ser substituído.”

O livro poderá ser adquirido no site da autora: http://amemoria.com.br/

Registro em RDA no catálogo da Library of Congress

Pesquisando o livro Design and analysis of experiments, do autor Douglas C. Montgomery, de 2013, nos deparamos com os novos campos do MARC Bibliográfico para RDA no catálogo da Library of Congress.

As diferenças, a princípio, são mínimas. Aliás, acredito que a diferença estará mais na visualização dos dados do que no registro em si.

Estes novos campos abrem um leque de opções para os programadores de softwares de bibliotecas.

Abaixo seguem imagens do registro localizado no catálogo da LC:

Imagem da versão Full do registro no catálogo da LC. Nota-se praticamente nenhuma diferença na visualização em RDA ou AACR2.

Imagem da versão Full do registro no catálogo da LC. Nota-se praticamente nenhuma diferença na visualização em RDA ou AACR2.

Versão em MARC do registro. Nota-se a presença dos novos campos do MARC bibliográfico, bem como diferença nas regras para a descrição de registros.

Versão em MARC do registro. Nota-se a presença dos novos campos do MARC bibliográfico, bem como a diferença nas regras para a descrição de registros.

Registro

Registro na nova versão do catálogo da LC

A questão que fica evidente neste caso é para que servirá o MARC se não poderemos exportar nada de uma biblioteca que utiliza um código de catalogação diferente do nosso?