De autoria de Edna Karina da Silva Lira (UFSC), Gilmar Gomes de Barros (UFSC), Márcia Carvalho Rodrigues (FURG), Franciesca Goulart Santos (FURG) e Edgar Bisset Alvarez (UFSC), o artigo intitulado “Uso da inteligência artificial generativa como ferramenta de apoio ao bibliotecário: uma comparação entre ChatGPT, Gemini, Deepseek, Grok, Copilot e CatalogerGPT na catalogação” teve sua publicação na revista Anales de Documentación, nº 29 (2026), da Universidade de Murcia, Espanha.
O artigo, com pesquisa de abordagem qualitativa e caráter exploratório e descritivo, teve como objetivo a comparação entre diversas ferramentas de inteligência artificial aplicadas na criação de registros bibliográficos, avaliando o desempenho das IAs a partir de um mesmo prompt. É apresentado a seguir o resumo da publicação:
“As ferramentas de Inteligência Artificial (IA) estão cada vez mais presentes na sociedade, transformando diversos setores e as relações de trabalho. Nesse contexto, o fazer biblioteconômico também pode beneficiar-se dessas tecnologias, especialmente na automatização de tarefas repetitivas, como a catalogação. Este estudo analisou o uso da IA na criação de registros bibliográficos. A pesquisa, de abordagem qualitativa e caráter exploratório e descritivo, avaliou o desempenho de seis ferramentas de IA generativa: ChatGPT, Gemini, DeepSeek, Grok, Copilot e CatalogerGPT, este último desenvolvido especificamente para apoiar a catalogação. Os mesmos prompts foram aplicados às seis ferramentas, permitindo a comparação dos resultados. Os dados, depositados no Zenodo em conformidade com a Ciência Aberta, indicaram que Gemini e CatalogerGPT produziram respostas mais completas. Contudo, todas as ferramentas apresentaram erros e alucinações em alguns aspectos. Conclui-se que a IA pode ser uma importante aliada do bibliotecário, mas ainda requer supervisão e validação especializada.”
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